Carta Pastoral do nosso Bispo

D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra, acaba de publicar uma Carta Pastoral sobre a dinamização das Comunidades Cristãs. Por isso, e em diversos números, “O Amigo do Povo” irá procurar levar aos seus leitores um resumo alargado do que aí foi escrito.

«Coincide esta mensagem com a expectativa da vinda de um novo Pastor Diocesano, que, na sucessão apostólica, mais do que milenar na Diocese de Coimbra, definirá os rumos pastorais desta Igreja local. Praza a Deus que ele a encontre, dentro de poucos meses, viva na fé, unida na caridade, consciente e dinâmica nos seus propósitos apostólicos. Com ele e a seu tempo se definirão novos rumos», refere o nosso Bispo.
E continua:
«Que as considerações desta Carta sejam uma ajuda humilde à Diocese neste quadro pastoral do ano 2011. Efectivamente, mais do que apreciar o que se fez, devemos procurar o que importa fazer. O Evangelho no-lo diz em passagens diversas, uma das quais nos aparece no Cap. XIV do Evangelho de S. Lucas (vv. 28-30):
Quem dentre vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro para calcular a despesa e ver se tem com que a construir?’».
«Tomo esta torre como símbolo do que temos procurado realizar e nisso colocámos o nosso empenho, primeiramente ao longo de um quinquénio (2002–2007) e posteriormente no triénio que vai terminar no próximo verão (2008-2011)».
«Uma preocupação constante percorre os programas de todos estes anos: a necessidade de tornar viva, acolhedora e apostólica a comunidade crente. É esta comunidade, seja ela a Diocese, a Paróquia ou o Grupo Apostólico, que vemos na torre da parábola de Jesus».
«Em carta pastoral de 2001, esta comunidade crente foi comparada à planta da mostarda, que também o Senhor trouxe para a sua pregação (Mt 13, 31-32). Vimos então a urgência de as nossas paróquias serem como aquele arbusto, que, não obstante a pequenez da sua origem, cresce de tal modo que ‘à sombra dos seus ramos’ se acolhem as aves do céu. Propusemo-nos dinamizar as nossas comunidades de modo a que viessem para elas muitos que andam afastados. O mesmo temos pretendido sob o imperativo que nos vem do Mestre Divino: ‘Ide e fazei discípulos’.»
«Não é propósito desta carta, convém repeti-lo, avaliar em que medida isso se conseguiu. O que importa é tomar consciência de que o mandato do Senhor continua presente e a resposta a este mandato passa pela existência de comunidades vivas
 

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